Já está no catálogo da Morebooks com preço promocional, canal de venda da Omni, editora alemã, meu livro de filosofia. Em suma: é uma análise da influência daquilo que se vê e daquilo que se lê.
17 de set. de 2012
Crítica Genética: Alternativas à Obstrução Formalista
Luciano Marra
Resumo
O presente artigo contrasta as inovações na área da Estética
trazidas pela Crítica Genética com o engessamento imposto pelo
pensamento analítico aristotélico, que deu origem à crítica formalista.
Este pensamento, que ainda hoje causa estragos à criatividade dos
artistas, apregoa que o discurso poético deveria, dever no sentido
forte, moralizante, ser submetido ao jugo do pensamento analítico a
título de categorização e valoração. Neste estudo, uma arqueologia da
crítica, são expostos os aspectos libertadores da Crítica Genética, já
que esta última valoriza o movimento do interior ao exterior do fazer
artístico, em vez de confranger a priori a obra in totum, tal como o
fazem os críticos formalistas.
Jorge de Albuquerque Vieira (Orientador) [PUC-SP] Antonio Jackson de Souza Brandão [S/ INDICAÇÃO] Rogerio da Costa Santos [PUC-SP] Cecilia Almeida Salles (Suplente) [PUC-SP] Thana Mara de Souza (Suplente) [UFES]
Sokurov nasceu na Sibéria numa família de oficiais. Gruduou-se no Departamento de História da Universidade Nizhny Novgorod em 1974 e entrou para os estúdios VGIK no ano seguinte. Tornou-se amigo de Tarkovsky e rapidamente foi influenciado pelo seu Espelho.
A rua era augusta. A poeta no livro de lançamento diz na página 67: "a vontade de ficar deitados na cama o dia todo inibe a vontade de matar". Por que o matar está ali, misturado àquela beleza abissal? Seria o verbo matar ou o ato matar? Quem seria (ou não seria) Mickey e quem seria Mallory? Ela menciona o filósofo e de novo reflete sobre amor e morte. Ela deitada seria diferente se estivesse andando de calça jeans e comendo amendoim Paulista afora? Por que isso agora? "Despertar teia depois do sonho-água" (minha compulsão em não deixar o texto dos outros morrer pra mim e sair "completando") e saber sol e secar e fazer tudo de novo, sem nenhum aprendizado. Manual esloveno de patologias tropicais: síndrome do sol de setembro.
(p.67 do livro Ávida Espingarda, ed. [e]Editorial_ Annablume).
"Não nos deve surpreender que, a maior parte das vezes, os imbecis triunfem mais no mundo do que os grandes talentos. Enquanto estes têm por vezes de lutar contra si próprios e, como se isso não bastasse, contra todos os medíocres que detestam toda e qualquer forma de superioridade, o imbecil, onde quer que vá, encontra-se entre os seus pares, entre companheiros e irmãos e é, por espírito de corpo instintivo, ajudado e protegido. O estúpido só profere pensamentos vulgares de forma comum, pelo que é imediatamente entendido e aprovado por todos, ao passo que o génio tem o vício terrível de se contrapor às opiniões dominantes e querer subverter, juntamente com o pensamento, a vida da maioria dos outros. Isto explica por que as obras escritas e realizadas pelos imbecis são tão abundante e solicitamente louvadas - os juízes são, quase na totalidade, do mesmo nível e dos mesmos gostos, pelo que aprovam com entusiasmo as ideias e paixões medíocres, expressas por alguém um pouco menos medíocre do que eles. Este favor quase universal que acolhe os frutos da imbecilidade instruída e temerária aumenta a sua já copiosa felicidade. A obra do grande, ao invés, só pode ser entendida e admirada pelos seus pares, que são, em todas as gerações, muito poucos, e apenas com o tempo esses poucos conseguem impô-la à apreciação idiota e ovina da maioria. A maior vitória dos néscios consiste em obrigar, com certa frequência, os sábios a actuar e falar deles, quer para levar uma vida mais calma, quer para a salvar nos dias da epidemia aguda da loucura universal."
“A atitude realista é fruto da mediocridade, do ódio, e da presunção rasteira. É dela que nascem os livros que insultam a inteligência.”
"O Manifesto do Surrealismo foi publicado pelo escritor francês André Breton em 1924, e trouxe para o mundo um novo modo de encarar a arte.
Seguido do Dadaísmo (movimento que propunha a oposição por qualquer tipo de equilíbrio), o surrealismo impunha o chamado automatismo psíquico, "estado puro, mediante o qual se propunha transmitir verbalmente, por escrito, ou por qualquer outro meio o funcionamento do pensamento; ditado do pensamento, suspenso qualquer controle exercido pela razão, alheio a qualquer preocupação estética ou moral".
Segundo Breton, ele e o escritor Soupault, deram o nome de Surrealismo ao novo modo de expressão que tinham a seu alcance, em homenagem a Guillaume Apollinaire.
Neste manifesto, os princípios surrealistas são declarados, tais como a isenção da lógica, a adoção de uma realidade superior, chamada "maravilhosa"". Wikipédia