"Este é 46 álbum de Bob Dylan, sucedendo ao platinado CD "Modern times", de 2006, que vendeu mais de 2,5 milhões de cópias em todo o mundo e valeu ao cantor dois prêmios Grammy. O ano passado, quando atuou em Portugal no Festival Optimus Alive, Bob Dylan recebeu um Prémio Pulitzer Especial, pelo seu profundo impacto na música popular e na cultura norte-americana, marcada por composições líricas de extraordinário poder poético".
01. Beyond Here lies nothing [03:51] 02. Life is hard [03:39] 03. My wife’s home town [04:15] 04. If you ever go to Houston [05:49] 05. Forgetful Heart [03:42] 06. Jolene [03:51] 07. This dream of you [05:54] 08. Shake shake mama [03:37] 09. I feel a change coming on [05:25] 10. It’s all good [05:28]
Sinopse: "Documentário, adaptado das transcrições do julgamento, em desenho animado, misturado com gravações reais dos protestos e dos discursos. Em 1968 a Convenção Democrática Nacional em Chicago foi atacada com protestos nas ruas. A guerra do Vietnã dividiu a nação e muitos líderes juvenis, incluindo Jerry Rubin, Abbie Hoffman e outros ativistas/malditos hippies sujos (dependendo de que lado do argumento você estava) organizaram protestos públicos contra a guerra, contra o capitalismo e contra o que eles viram como falhas americanas. 8 desses lideres alguns deles, como Hoffman e Rubin, foram organizadores centrais, e alguns , como Black Panther, Bobby Seale, foram indiciados como autores de Incitação de Revolta e levados a julgamento em Chicago". (da própria rede)
"O que fez "Chicago 10" se sair mais que outros documentários da época foi fundir imagens de TV de arquivo com animação, para reencenar o julgamento e os protestos. Para atrair um público mais jovem, a trilha sonora inclui grupos como Rage Against the Machine, Beastie Boys e Eminem. Hoffman foi preso durante a convenção e, ao lado de seis outros, julgado por conspiração. Os dois advogados de defesa, mais o ativista dos Black Panthers, Bobby Seale, que foi amarrado e amordaçado no tribunal e acabou sendo separado do julgamento, compõem os 10 mencionados no título do filme. Algumas das cenas memoráveis do documentário são as aparições do escritor beat, Allen Ginsberg, cantando mantras de "não violência" frente às tropas de choque, os treinamentos pré-choque com a polícia, os acampamentos e, na minha opinião, a melhor cena de todas é quando as tropas de choque tentam tomar à força o parque e escondem as suas "credenciais" para não serem identificados enquanto espancam homens, mulheres e crianças...".
Brilhante documentário sobre o maior movimento contra a invasão do Vietnã, contudo faço uma ressalva. Sou contra a mania dos artistas estadunidenses de tratar o fato histórico como algo particular, isolado. Como ainda estão incrustados num sistema de força econômica, não revelam, ao contrário do que faz o filósofo Chomsky, os verdadeiros financiadores do imperialismo ianque na época: Kenecott Copper e Anaconda, duas imensas multinacionais americanas de olho no cobre chileno, McDonald-Boeing, United Fruit (dona das lavouras de cana de Cuba), Shell, Telefone e Telégrafo Internacional , famigerada ITT, com mais de duzentos milhões de dólares investidos no Chile, também financiou o golpe brasileiro), o consenso de Washington (considerando o latino americano um povo incapaz e apto apenas a fornecer matéria-prima) etc.
Também senti falta de mostrarem mais a música de Pete Seeger, que silenciou a praça no dia do massacre de Chicago: We Shall Overcome, também gravada por Bruce Springsteen. Além disso podiam mostrar o puxão de orelha de Bob Dylan nos Beatles, provocando a participação de John Lennon na manifestação:
O que acham de uma tiazinha desempregada, de 47 anos de idade, que mora sozinha com seu gato, metida num vilarejo da perdida Escócia. Ela entra num programeco de música, com uma roupa antiquada, as sobrancelhas se encontrando sobre os olhos, onde, logo abaixo, o sorriso revela um evidente problema ortodôntico chamado mordida aberta, em razão do qual dificilmente a pessoa consegue uma pronúncia adequada. Os jurados observam a candidata, riem da sua feiúra, do seu desajeito e perguntam como se perguntassem ao palhaço bêbado: _ O que você gostaria de cantar? Ela responde desinibida que cantará uma peça de, pasmem, nada mais nada menos que "Les Miserables, I dreamed a dream". Música que exige um agudo na palavra shame praticamente inalcançável pela maioria dos cantores líricos. A platéia ri antevendo o vexame. Os jurados, para angariar mais números no IBOPE, instigam a candidata, que anteriomente havia defendido em forma de chiste _ VOU ESTREMECER ESSE TEATRO!
"(...) Eu sonhei um sonho com o tempo já acabado quando a esperança era ancha e viver valia a pena(...) Há tempestades que não podemos prever(...)" ironia
Ela ergueu o agudo da vergonha acima dos píncaros do preconceito, como se perdoasse a mediocridade do pré-pensar, do pré-conceituar. Afastou nuvens de risinhos safados e, de cima para baixo, expôs a fratura dos feiosos de fato. Parabéns a Susan Boyle.
Com o fim dos grandes ideais, pós-guerra fria, um novo tipo de conflito: militância esparsa, maturidade e adaptação à ordem burguesa. Filme leve, muitas vezes engraçado, sem dúvida vale a pena assistir.
Sinopse:"A história é sobre seis anarquistas criativos e cinematográficos (fazem filmes) que no fim dos anos 80 colocam uma bomba caseira (a fita ensina como produzir) numa mansão. Mas ela só vai explodir 12 anos depois quando quase todos eles mudaram de vida. Dois deles, Till e um amigo que perdeu as pernas, ainda continuam os mesmos mas os outros foram adiante, um virou bem sucedido empresário, outro advogado, mãe de família e mulher de homem rico respectivamente". Rubens E. Filho
Disparada na voz dos Ramalhos, Elba & Zé, mais cia. ltda.
A canção que trago agora não quer ser canto, quer ser pensamento esvaído em vento. Não acredito em boca alguma que não tenha saído do sal. As vozes sucumbiram às imagens. E o mundo é hoje a farsa dos fantasmas.
É preciso não ter medo do demônio para, enfim, em meio a tanta vileza, redescobri-lo no riso do espelho.
Vileza Datação sXIII cf. FichIVPM
Acepções ■substantivo feminino 1 caráter ou atributo do que é vil ou vilão; vilanagem, vilania Ex.: ele tem a v. dos covardes 2 comportamento ou ato vil, degradante, indigno Ex.:
Etimologia vil + -eza; ver vil(i)-; f.hist. sXIV uileza, sXIV veleza, sXIV villezas